Então, sem respostas lógicas para todas as minhas perguntas, tu partis-te. Com um simples “adeus”, viras-te as costas e foste. Sem ao menos tentar explicar o que estava a acontecer; sem me dar tempo para aprender a conviver com a tua ausência; sem me ensinar a esquecer-te; com toda a tua naturalidade, abraçaste-me e disse-te aquilo era preciso.
Não entendo porque é que pessoas como tu, entram na minha vida; não entendo
porque é que pessoas que sabem que um dia não vão mais precisar de mim, dizem “eu quero-te para toda a vida” com tanta falsidade. Não entendo porque é que
pessoas importantes têm que sair das nossas vidas. Caramba, se é pra um dia
sair; não entra então. Se for pra entrar na minha vida, entre determinado a
ficar nela até o fim. Entre pensando na eternidade; entre na minha vida
desejando-me até à velhice; entre na minha vida, com a intenção de não me
decepcionar; e de não escrever apenas uma página da minha história, mas sim, escrever ao meu lado, aquele livrinho bem conhecido, chamado “vida”,
por completo.
Não entendo porque é que pessoas como tu, entram na minha vida; não entendo
porque é que pessoas que sabem que um dia não vão mais precisar de mim, dizem “eu quero-te para toda a vida” com tanta falsidade. Não entendo porque é que
pessoas importantes têm que sair das nossas vidas. Caramba, se é pra um dia
sair; não entra então. Se for pra entrar na minha vida, entre determinado a
ficar nela até o fim. Entre pensando na eternidade; entre na minha vida
desejando-me até à velhice; entre na minha vida, com a intenção de não me
decepcionar; e de não escrever apenas uma página da minha história, mas sim, escrever ao meu lado, aquele livrinho bem conhecido, chamado “vida”,
por completo.